Água
Identificar regiões sob estresse hídrico, cenários climáticos críticos, rotas possíveis, perdas, custos de bombeamento e impactos por bacia.
O AquaDuto é uma iniciativa aberta para transformar uma hipótese de engenharia em pesquisa auditável, com dados públicos, modelagem técnica e colaboração pelo GitHub.
Premissa
O Brasil convive com vulnerabilidade hídrica, risco climático na infraestrutura e desigualdade digital. O AquaDuto trata isso como uma agenda de pesquisa, não como obra prometida sem cálculo.
Identificar regiões sob estresse hídrico, cenários climáticos críticos, rotas possíveis, perdas, custos de bombeamento e impactos por bacia.
Dimensionar geração fotovoltaica, armazenamento, demanda operacional e oportunidades para microredes em municípios vulneráveis.
Avaliar a integração de fibra óptica, telemetria, redundância e governança de dados ao longo de uma infraestrutura linear.
Esta página não substitui estudo de impacto ambiental, projeto executivo, outorga hídrica, licenciamento ou análise financeira. Ela organiza a tese e convida especialistas para validá-la.
Dados vivos
A página consulta a API pública do AdaptaBrasil/MCTI no navegador e calcula distribuição por faixa, municípios críticos e busca local. A camada de conectividade será adicionada com bases da Anatel e do IBGE.
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Prioridade para triagem técnica.
Escala normalizada do indicador.
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Digite ao menos três letras para comparar risco hídrico e energia no mesmo município.
Fonte: AdaptaBrasilAPIAccess
Arquitetura proposta
A tese é combinar três camadas em um mesmo corredor: transporte de água, energia para operação e backbone digital para controle, telemetria e inclusão.
Captação, tratamento, bombeamento, reservação e distribuição por trechos priorizados conforme risco, viabilidade e impacto social.
Fotovoltaica, armazenamento e integração à rede para reduzir custo operacional e apoiar comunidades no entorno.
Fibra, sensores, IoT, centros de controle e dados abertos para monitoramento de vazão, perdas, energia e manutenção.
Cruzar clima, bacias, demanda, energia, conectividade, custos e restrições ambientais.
Comparar rotas, perdas, CAPEX, OPEX, fontes de receita, riscos e alternativas menores.
Definir um trecho piloto com métricas, licenças, parceiros locais e medição pública.
Expandir apenas onde os dados mostrarem benefício superior a alternativas locais.
Chamado público
Pesquisadores, engenheiros, juristas, economistas, cientistas de dados e comunicadores podem transformar a ideia em um dossiê técnico sério.
Hidráulica, geotecnia, energia, telecom, licenciamento, bacias, biodiversidade e impactos socioambientais.
GIS, simulação, APIs públicas, dashboards, sensoriamento, risco climático e auditoria metodológica.
Viabilidade, PPPs, concessões, fundos climáticos, impacto social, seguros e modelos de governança.
Whitepaper, traduções, relações institucionais, pitch técnico e cooperação com universidades e organismos multilaterais.
Próximos passos
O GitHub será usado como repositório de decisões, dados, documentos, issues e revisões. Investimento deve entrar depois de hipóteses e riscos documentados.
Organizar datasets, referências, critérios de prioridade, indicadores e método de revisão por especialistas.
Produzir análises preliminares de engenharia, ambiente, economia, regulação e alternativas comparáveis.
Selecionar trecho piloto, universidades, municípios, empresas e patrocinadores com metas mensuráveis.
Preparar versões em inglês, espanhol, francês e alemão, com template replicável para países vulneráveis ao clima.
Participe
Abra uma issue, proponha uma fonte de dados, revise um argumento, ofereça expertise ou converse sobre financiamento de pesquisa e prototipagem.